quarta-feira, dezembro 02, 2009

Da minha janela vejo...

Da minha janela vejo o mar. E vejo o rio. Vejo exactamente onde mar e rio se fundem num só leito. Onde as águas apressadas do rio penetram nas águas salgadas do mar.
Salgadas pelas lágrimas das pessoas, para quem o mar serve de refúgio. Para aquelas que têm no mar um confidente.
Da minha janela vejo as casinhas dos pescadores. De noite, iluminadas, parecem as aldeias de Natal com que sonhamos na infância.