sábado, dezembro 22, 2007

Brilha, estrelinha G*


Gonçalo, Gonçalo.. que pussy me saiste :(

Entraste por acaso na minha vida e, em pouco tempo, preenchias todos os momentos vazios do meu dia. Passávamos horas na conversa, horas a trocar as músicas mais idiotas, horas em que me enchias de coragem para seguir em frente e que ríamos.. como meninos.

Um dia estavas feliz. Com uma musica fantástica para eu ouvir e dizer o que achava. Outro dia era a foto fantástica que te identificava e, mimo para aqui, mimo para ali, aquele tempo que falávamos todos os dias eram óptimos.

Na 6ª estavas feliz da vida, por estares cá. Há uns dias vangloriavas-te de uma festa girissima em Braga.

Na 2ª deste-me logo os parabéns. A tua preocupação quando disse sentir-me sozinha... Eras o máximo. Era HOJE que vinhas cá. Era hoje que iamos estar juntos. E, do nada, soube que tinhas partido. Disseram-me que tinhas ido e não voltavas mais.

Por estranho que possas achar, chorei como há muito não chorava. Corria para o MSN à espera que entrasses com a tua alegria. Mas não entras :(

Tive a sensação que era um pesadelo e pedi que me acordassem. Mas não era.

Toma conta de mim, meu anjo! Dá-me o juízo que dizias faltar-me. Fica aí com a tua mão em cima da minha cabecinha e brilha todas as noites. Porque o trabalho das estrelas é brilhar e tu és uma ESTRELA. Descansa agora em paz, longe da crueldade do mundo.

E claro que as BABES te adoram, seu pussy.

Nem tu tinhas noção :S

R.I.P, Gonçalo

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Quero-te!


Era uma tarde vulgar de segunda-feira e ela sentou-se à secretária a estudar. Enquanto lia, os seus pensamentos dispersavam-se e um desejo impróprio invadia-a como se de uma chama flamejante se tratasse. Não dava para fixar nada. Pegou no telemóvel e enviou a habitual mensagem ao vizinho da frente: "kero tar ctg. Tas em casa?". Oito segundos depois ele respondeu "sim. vem ca ter".
Ela largou tudo o que estava a fazer e correu para casa dele. Como era habitual, esperou no escuro que ele abrisse a porta e saltou-lhe para o colo. Envolveu-o com as pernas usando toda a força que tinha, enquanto os lábios se encontraram.
Ele fechou a porta, levou-a para o quarto, atirou-a violentamente contra a parede e despia-a fogosamente enquanto ela suspirava de prazer. Foi a vez dela o atirar para cima da cama, saltar para cima dele e despi-lo... arrebatando-o. Entregaram-se ao prazer e à loucura como se não houvesse amanhã. Ela tomava rédeas da situação... até que ele, puxando-a pelos cabelo, achou que era o momento de se impor.
Uma vez, duas, três... passaram a tarde nisso até que o telefone tocou e ele lhe disse "-São os meus pais. Estão a chegar". Ela respondeu "-Vamos para minha casa" ao que ele disse "-Só mais uma e vamos". Entregues novamente ao alento das sus almas, enrolaram-se na cama. Os seus corpos confundiam-se, a respiração estava ofegante e suavam como nunca. Gemiam de prazer, como se estivessem juntos pela primeira vez e se estivessem a tentar impressionar mutuamente.
De repente ouviu-se um barulho... uma chave que abria uma porta. Eram os pais dele. Ele levantou-se, fechou a porta do quarto e vestiram-se rapidamente, enquanto a voz da mãe o chamava e dizia que tinha uma surpresa. E que surpresa... Quando finalmente estavam "apresentáveis", ele abriu a porta e qual o seu espanto ao ver a namorada...
Ela fugiu. Correu de casa para fora. Chorava como não achava possível. E, inexplicavelmente, ele foi atrás. Sem namorada. Agarrou-a pelos braços, encostou-a a uma parede e, enquanto a beijava, gritava que era com ela que queria ficar. Era ela que lhe fazia bem e que o satisfazia...
Apenas com ela podia conversar, podia ter tardes fora do vulgar. Divertia-se como há muito não acontecia. Era isso... ele queria-a mesmo. E ela sabia como o queria desde sempre. Foram para casa dela. Abraçaram-se e beijaram-se ofegantemente.
Porque perderam tanto tempo a descobrir que se queriam? Porque se tinham... e nunca sentiram que podiam perder o outro. Não é isso que fazemos sempre?

domingo, dezembro 02, 2007

Sem título


Em muito pouco tempo afeiçoei-me a ti, adaptei-me a ti e aprendi a viver com a tua presença.
Hoje... tenho saudade.
Saudade daquilo que não sabia que existia. Saudade daquilo que sinto perto de ti. Saudade de tudo o que me transmites e das nossas conversas. Das brincadeiras, dos telefonemas... Saudade de ti.
Como é estranho o mundo das sensações...
Estou aqui e preciso de ti!
Como tudo seria mais fácil se sentisses a minha falta como eu sinto a tua... e ficasses comigo para sempre...!