O toque do despertador arrancou-me violentamente dos sonhos.
Minutos antes, era uma princesa que lutava por um amor impossível.
A vida era um tanto confusa. Tinha os lacaios prontos para me servirem a toda a hora, o que deixava o corpo morto, sem actividade.
A voz, essa calava-se na garganta envolvida nas lágrimas de ver um fim naquilo que nunca aconteceu. A tua vinda voltou a dar cor aos olhos que estavam cegos de paixão. Como que por magia, tocaste nos meus braços, que mexeram! Afinal não são só as fadas madrinhas capazes de fazer magia. Ao beijares o meu rosto, voltei a ver. Sorri! Aquele sorriso que estava escondido pelo nó que se instalou na garganta, fugiu. De repente, tudo voltou a fazer sentido. Vi árvores, o mar, o sol, as flores, pessoas, sangue a correr dentro de mim, conheci o chocolate, morangos, laranjas..
Provei o sabor dos teus lábios.
Quando vi a beleza de tudo o que me rodeava, quis levantar-me, mas as pernas não mexiam. Ainda não tinhas tocado. Quiseste dar-me mais esse prazer... quando me tocaste nas pernas, os músculos desentropeceram e eu andei.
Fugiste de mim. Corrias como um louco, mas a tua sombra ficava atrás, como que a chamar-me.
Segui-te! Quando paraste junto ao lago, verificaste que eram do mesmo azul das minhas lágrimas. Resolveste tocar também na água que se transformou num campo de flores.
Beijaste-me os lábios, caiu-me o vestido de princesa e fiquei com trapos sujos. Tornei-me numa camponesa. Foi aí que percebeste que o que te assustava era o poder. A minha simpicidade cativou-te. Apaixonaste-te!
Quando me contaste como me desejavas, o arco-iris apareceu, os pássaros voaram, o meu rosto iluminou-se e eu retibtuí!
Começou aí a nossa história de amor. A felicidade tornou-se constante. As horas ao teu lado eram autênticos segundos e os meses voavam como dias.
Entreguei-me. Não tinha mais como resistir à serenidade que me transmitias. Deixei de ser sedentária. Comecei a lutar por actividade, por ocupação ao mesmo tempo que procurava a alegria. Trouxeste-me a ocupação que eu procurava. Voltei a rir. Os meses passavam e cada vez me sentia melhor ao teu lado.
Chegou o dia que me anunciaste a partida. Chorei com toda a força que tinha.
Ao veres o meu desespero, prometeste que voltavas. Conformando-me com isso, fui-me despedirno dia em que foste embora.
O avião levantou voo e os meus braços voltaram a morrer. Tentei resisir. Corri dali para fora, enquanto lutava com as pernas que estavam a adormecer. Finalmente, tiveram mais força que eu. Ficaram inactivas.Voltei ao estado de boneca donde me tinhas tirado, com os vestidos de seda importada deslumbrantes, perdida na enormidade de um palácio. A vida simples que sempre desejei, tinha acabado!
As lágrimas voltaram a instalar-se na garganta. O coração deixou de ter um motivo para continuar a bater. No momento em que se desligava, uma aia leu a tua carta. Dizia que voltavas... A angústia de não poder reagir, apoderava-se de mim. Disseram-te que eu estava morta. Mesmo assim, disseste que voltavas para me ver uma última vez. Toda eu me enchi de alegreia, com vontade de viver.
O despertador tocou!!!!
Tinha sido um sonho, mas tu existias! Estavas no meu quotidiano, quando acordei, mas o amor, esse estava morto... ou nunca existiu?
Minutos antes, era uma princesa que lutava por um amor impossível.
A vida era um tanto confusa. Tinha os lacaios prontos para me servirem a toda a hora, o que deixava o corpo morto, sem actividade.
A voz, essa calava-se na garganta envolvida nas lágrimas de ver um fim naquilo que nunca aconteceu. A tua vinda voltou a dar cor aos olhos que estavam cegos de paixão. Como que por magia, tocaste nos meus braços, que mexeram! Afinal não são só as fadas madrinhas capazes de fazer magia. Ao beijares o meu rosto, voltei a ver. Sorri! Aquele sorriso que estava escondido pelo nó que se instalou na garganta, fugiu. De repente, tudo voltou a fazer sentido. Vi árvores, o mar, o sol, as flores, pessoas, sangue a correr dentro de mim, conheci o chocolate, morangos, laranjas..
Provei o sabor dos teus lábios.
Quando vi a beleza de tudo o que me rodeava, quis levantar-me, mas as pernas não mexiam. Ainda não tinhas tocado. Quiseste dar-me mais esse prazer... quando me tocaste nas pernas, os músculos desentropeceram e eu andei.
Fugiste de mim. Corrias como um louco, mas a tua sombra ficava atrás, como que a chamar-me.
Segui-te! Quando paraste junto ao lago, verificaste que eram do mesmo azul das minhas lágrimas. Resolveste tocar também na água que se transformou num campo de flores.
Beijaste-me os lábios, caiu-me o vestido de princesa e fiquei com trapos sujos. Tornei-me numa camponesa. Foi aí que percebeste que o que te assustava era o poder. A minha simpicidade cativou-te. Apaixonaste-te!
Quando me contaste como me desejavas, o arco-iris apareceu, os pássaros voaram, o meu rosto iluminou-se e eu retibtuí!
Começou aí a nossa história de amor. A felicidade tornou-se constante. As horas ao teu lado eram autênticos segundos e os meses voavam como dias.
Entreguei-me. Não tinha mais como resistir à serenidade que me transmitias. Deixei de ser sedentária. Comecei a lutar por actividade, por ocupação ao mesmo tempo que procurava a alegria. Trouxeste-me a ocupação que eu procurava. Voltei a rir. Os meses passavam e cada vez me sentia melhor ao teu lado.
Chegou o dia que me anunciaste a partida. Chorei com toda a força que tinha.
Ao veres o meu desespero, prometeste que voltavas. Conformando-me com isso, fui-me despedirno dia em que foste embora.
O avião levantou voo e os meus braços voltaram a morrer. Tentei resisir. Corri dali para fora, enquanto lutava com as pernas que estavam a adormecer. Finalmente, tiveram mais força que eu. Ficaram inactivas.Voltei ao estado de boneca donde me tinhas tirado, com os vestidos de seda importada deslumbrantes, perdida na enormidade de um palácio. A vida simples que sempre desejei, tinha acabado!
As lágrimas voltaram a instalar-se na garganta. O coração deixou de ter um motivo para continuar a bater. No momento em que se desligava, uma aia leu a tua carta. Dizia que voltavas... A angústia de não poder reagir, apoderava-se de mim. Disseram-te que eu estava morta. Mesmo assim, disseste que voltavas para me ver uma última vez. Toda eu me enchi de alegreia, com vontade de viver.
O despertador tocou!!!!
Tinha sido um sonho, mas tu existias! Estavas no meu quotidiano, quando acordei, mas o amor, esse estava morto... ou nunca existiu?
3 comentários:
este sonho vai-se tornar realidade quando o amor estiver no ar!
K to tha A...KUCERA BOY! E mto amor nesse coracaozinho :p*
K to tha A...KUCERA BOY! E mto amor nesse coracaozinho :p*
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