Bé acordou. Tudo tinha passado de um sonho, para o qual não havia uma explicação dentro dela. Sentiu-se frustrada por ter encontrado no vento um certo reconforto. Ainda a pensar nisso, arranjou-se e saiu para o trabalho.
Ao sair da garagem, constatou que estava um dia de calor invulgar. Seria aquilo um sinal? Com esse pensamento no plano de fundo, saiu do carro. Não havia vento.
Bé sentiu-se ridícula por dar asas ao seu sonho e guiou até ao trabalho. Tinha um dia de muito trabalho pela frente: era necessário fazer entrevistas para aqueles que se candidatavam à sua empresa. Bé sentia-se "sem cabeça" para o fazer.
Entrevistou um por um. A manhã estava quase no fim e ainda ninguém lhe tinha agradado.
Estava quase a sair para ir almoçar quando lhe chegou "O candidato". Depois de uma breve entrevista, Bé sentiu que era aquilo que procurava. Achou que não perderia nada em convidá-lo para o almoço- seria uma forma de o conhecer melhor.
Em vez de ir à habitual tasca, optou pelo restaurante à beira-mar. Talvez fosse um pouco romântico demais, mas nada como o mar para transmitir a tranquilidade na sua plenitude.
O almoço decorria dentro do habitual. Ambos trocavam experiências, não forçando a intimidade. Começava a gerar-se uma certa intimidade.
"Era disto que eu precisava -pensava Bé- há tanto tempo que não falava de tanta cosia com alguém. E como ele me faz sentir bem.. Ia jurar que me ri. Não. Demasiado cedo".
Já da parte da tarde, de volta à empresa, Bé resolveu contratá-lo por um "tempo experimental". Nada melhor que o tempo para duas pessoas se conhecerem.
Ao sair da garagem, constatou que estava um dia de calor invulgar. Seria aquilo um sinal? Com esse pensamento no plano de fundo, saiu do carro. Não havia vento.
Bé sentiu-se ridícula por dar asas ao seu sonho e guiou até ao trabalho. Tinha um dia de muito trabalho pela frente: era necessário fazer entrevistas para aqueles que se candidatavam à sua empresa. Bé sentia-se "sem cabeça" para o fazer.
Entrevistou um por um. A manhã estava quase no fim e ainda ninguém lhe tinha agradado.
Estava quase a sair para ir almoçar quando lhe chegou "O candidato". Depois de uma breve entrevista, Bé sentiu que era aquilo que procurava. Achou que não perderia nada em convidá-lo para o almoço- seria uma forma de o conhecer melhor.
Em vez de ir à habitual tasca, optou pelo restaurante à beira-mar. Talvez fosse um pouco romântico demais, mas nada como o mar para transmitir a tranquilidade na sua plenitude.
O almoço decorria dentro do habitual. Ambos trocavam experiências, não forçando a intimidade. Começava a gerar-se uma certa intimidade.
"Era disto que eu precisava -pensava Bé- há tanto tempo que não falava de tanta cosia com alguém. E como ele me faz sentir bem.. Ia jurar que me ri. Não. Demasiado cedo".
Já da parte da tarde, de volta à empresa, Bé resolveu contratá-lo por um "tempo experimental". Nada melhor que o tempo para duas pessoas se conhecerem.
1 comentário:
bem...realmente escreves bem...é para isto que servem as auls de teoria do desenvolvimento curricular e mais uma coisa q a tua disciplina tem e a minha nao q nao sei o nome :P
mas esta msm mt bem escrito e explicito....
bé...nome sugestivo e as vezes acho q td a gente se sente como ela...td a gente tem uma Bé dentro de si....eu propria...as vezes é pena q assim seja...mas pronto... :)
mto bem biscoito...vai pa frente c isto...qqr dia escreves um livro....
ahhh...e ja agr....peço aki dsclpas publicamente.....
parabens ;)
Enviar um comentário