Bé sentia uma necessidade tremenda de relaxar. Há 2 anos que não tirava férias para aguentar a empresa, enquanto que o cansaço a ia consumindo. Estava esgotada. Agora que pensava nisso... onde estavam os amigos que sempre a rodearam? Pois é, envolveu-se tanto no trabalho que viveu os últimos dois anos isolada, sozinha!
"Ok, vai ser desta! Vou ligar ao pessoal para passarmos o fim-de-semana na herdade. Quero férias! Quero os amigos que afastei com o trabalho"
E assim foi. Começou por ligar à Beatriz, afinal era ela a mais presente no meio da ausência.
-Está lá?
-Beatriz, como estás amiga?
-És mesmo tu, Bé? Que surpresa! Há século que não ouvia a tua voz.
-Pois é, tens razão! Foi a pior coisa que fiz, abrir a firma. Deixei de ter tempo para tudo. Nem às compras tenho ido, o que vale é a minha mãe.
-Mas está a correr mal, Bézinha?
-Não querida, está no início e, como tal, é lento. Bom, na verdade liguei-te para te convidar para irmos passar o fim-de-semana à herdade. Está vaga e eu preciso de férias e de amigos
-Acho óptima ideia. Vamos as duas?
-'Tava a pensar em dizer ao Pedro, ao Tomás, à Margarida, à Rita e ao Francisco. O que achas?
-É fantástico, Bé. O nosso grupo... Como nos velhos tempos! Vamos! Temos imensa conversa para pôr em dia.
-Ok, está combinado. Vou ligar a todos.
-Está bem, querida. Obrigada pelo convite. Um beijo.
-Outro para ti, Bia!
Depois disto, Bé já se sentia melhor. A voz da amiga tinha sido calmante e animou-a. Faltava agora ligar aos outros amigos para combinar. Aliás, um e-mail facilitaria tudo. Foi tratar disso!
Era quinta-feira e já todos tinham confirmado a ida à herdade.
"hoje não vou trabalhar" decidiu Bé.
Arranjou-se e foi às compras. Há meses que não comprava roupa e precisavam de mantimentos para o fim-de-semana.
Enquanto Bé passeava no shopping, começou a pensar em tudo. A presença do novo trabalhador provocava-lhe algo estranho. Sentia um calor interno a apoderar-se ela, cada vez que estava em frente a ele. As mãos suavam e as palavras resistiam... às vezes não saíam mesmo. Algo de estranho se passava.
Bé via nele oque sempre procurou. No fundo, era o homem perfeito. Um trabalhador fora de série... Realizava qualquer tarefa com sucesso... e aquele corpo misturado com tanta simpatia...
"Que homem!" suspirou Bé.
Era altura de fazer compras, portanto deixou para lado as recordações que lhe possuiam o pensamento e, cheia de coragem, entrou na primeira loja q lhe agradou!
"Ok, vai ser desta! Vou ligar ao pessoal para passarmos o fim-de-semana na herdade. Quero férias! Quero os amigos que afastei com o trabalho"
E assim foi. Começou por ligar à Beatriz, afinal era ela a mais presente no meio da ausência.
-Está lá?
-Beatriz, como estás amiga?
-És mesmo tu, Bé? Que surpresa! Há século que não ouvia a tua voz.
-Pois é, tens razão! Foi a pior coisa que fiz, abrir a firma. Deixei de ter tempo para tudo. Nem às compras tenho ido, o que vale é a minha mãe.
-Mas está a correr mal, Bézinha?
-Não querida, está no início e, como tal, é lento. Bom, na verdade liguei-te para te convidar para irmos passar o fim-de-semana à herdade. Está vaga e eu preciso de férias e de amigos
-Acho óptima ideia. Vamos as duas?
-'Tava a pensar em dizer ao Pedro, ao Tomás, à Margarida, à Rita e ao Francisco. O que achas?
-É fantástico, Bé. O nosso grupo... Como nos velhos tempos! Vamos! Temos imensa conversa para pôr em dia.
-Ok, está combinado. Vou ligar a todos.
-Está bem, querida. Obrigada pelo convite. Um beijo.
-Outro para ti, Bia!
Depois disto, Bé já se sentia melhor. A voz da amiga tinha sido calmante e animou-a. Faltava agora ligar aos outros amigos para combinar. Aliás, um e-mail facilitaria tudo. Foi tratar disso!
Era quinta-feira e já todos tinham confirmado a ida à herdade.
"hoje não vou trabalhar" decidiu Bé.
Arranjou-se e foi às compras. Há meses que não comprava roupa e precisavam de mantimentos para o fim-de-semana.
Enquanto Bé passeava no shopping, começou a pensar em tudo. A presença do novo trabalhador provocava-lhe algo estranho. Sentia um calor interno a apoderar-se ela, cada vez que estava em frente a ele. As mãos suavam e as palavras resistiam... às vezes não saíam mesmo. Algo de estranho se passava.
Bé via nele oque sempre procurou. No fundo, era o homem perfeito. Um trabalhador fora de série... Realizava qualquer tarefa com sucesso... e aquele corpo misturado com tanta simpatia...
"Que homem!" suspirou Bé.
Era altura de fazer compras, portanto deixou para lado as recordações que lhe possuiam o pensamento e, cheia de coragem, entrou na primeira loja q lhe agradou!
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